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terça-feira, 27 de outubro de 2015
No sol um buraco enorme acabou de aparecer
Um enorme buraco coronal foi recentemente descoberto no sol pelo Solar Dynamics Observatory da NASA. A região é do tamanho de 50 Terras e está expelindo material para o espaço em velocidades tremendas. Pode parecer terrível, mas os astrônomos dizem que não há nada para se preocupar.
A NASA diz que estes buracos são áreas magneticamente expostas que geram ventos solares de alta velocidade. Estas regiões escuras e de baixa densidade na camada mais externa do sol – contêm pouco material solar, têm temperaturas mais baixas e, portanto, parecem muito mais escuras do que os seus arredores. Buracos coronais são normais, aparecendo em diferentes lugares e com mais frequência em momentos diferentes durante o ciclo de atividade do sol.
À luz do fenômeno, o NOAA Centro de Previsão do Clima Espacial previu uma tempestade “G1-Menor” de 14 a 16 de outubro. Este tipo de tempestade é relativamente inofensiva, apesar de poder perturbar as comunicações entre satélites e transmissões de rádio de alta altitude. O buraco coronal produziu uma tempestade geomagnética perto da Terra que resultou em várias noites de aurora.
Fonte: Gizmodo
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quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Veja o que acontece ao colocar corante em uma bola de água no espaço
Parece um ET, mas não é. Parece mágica, mas não é. A NASA divulgou mais um vídeo que mostra astronautas brincando com líquidos a bordo da Estação Espacial Internacional. Em altíssima resolução, as imagens parecem saídas de um filme.
Vídeos como os do comandante Chris Hadfield têm mostrado lados que ainda não havíamos visto da vida no espaço e, recentemente, Terry Virts foi filmado enquando lançava no ar uma bola de água flutuante com um comprimido de antiácido dentro dela. Neste vídeo recém-lançado, vemos os astronautas inserindo corante em bolas flutuantes de água. Parece simples, mas o efeito é espetacularmente bonito.
A câmera RED Epic Dragon usada para este vídeo é capaz de filmar resoluções de até 6144 x 3160 pixels e 300 quadros por segundo. Ela também foi a câmera utilizada na trilogia “O Hobbit” e está disponível comercialmente se você é do tipo que pode gastar modestos R$ 220 mil com isso.
A qualidade inacreditável da câmera significa que ela é capaz de capturar ainda mais informações que podem ajudar os astronautas com as pesquisas científicas. Aqui na Terra, no Marshall Space Flight Center, em Huntsville, nos Estados Unidos, a NASA está pensando em usar as câmeras para operações de veículos, tais como acoplagem e desacoplagem.
A agência espacial norte-americana também planeja postar vídeos 4K da EEI no seu canal do YouTube mais frequentemente.
Veja o vídeo em qualidade 4K se você estiver usando uma tela capaz de exibi-lo. Basta clicar no ícone das configurações no canto inferior direito do player e esperar vale a pena o tempo de download.
Fonte: I Fucking Love Science
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segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Pela primeira vez história de galáxias é revelada
Uma equipe internacional de cientistas, liderada por astrônomos da Escola de Física e Astronomia da Universidade de Cardiff, no País de Gales, demonstrou pela primeira vez que as galáxias podem mudar a sua estrutura ao longo de suas existências.
Ao observar o céu como ele é hoje, e olhando para trás no tempo usando os telescópios Hubble e Herschel, a equipe mostrou que uma grande proporção de galáxias passou por uma enorme “metamorfose” desde que foram inicialmente formadas após o Big Bang.
Ao fornecer a primeira evidência direta da extensão dessa transformação, a equipe espera lançar uma luz sobre os processos que causaram essas mudanças dramáticas e, portanto, ter uma maior compreensão da aparência e propriedades do universo como o conhecemos hoje.
Galáxias ovais e em disco
Em seu estudo, os pesquisadores observaram cerca de 10.000 galáxias atualmente presentes no universo através de um levantamento do céu criado pelos projetos ATLAS e GAMA do telescópio Herschel.
Os pesquisadores, então, classificaram as galáxias em dois tipos principais: galáxias em forma de disco, planas e rotativas (bem como nossa própria galáxia, a Via Láctea); e grandes galáxias em forma oval, com um enxame de estrelas desordenadas.
Em seguida, olharam ainda mais longe no universo, ou seja, ainda mais para trás no tempo, para observar as galáxias que se formaram logo após o Big Bang. Eles descobriram que 83% de todas as estrelas formadas desde o Big Bang estiveram inicialmente localizadas em uma galáxia em forma de disco.
No entanto, apenas 49% das estrelas que existem no universo hoje estão localizadas nestas galáxias em forma de disco – o restante está localizado em galáxias ovais.
Os resultados sugerem uma transformação enorme, na qual as galáxias em forma de disco tornaram-se galáxias ovais.
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sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Descoberta a maior coisa do universo
Uma equipe de astrônomos descobriu o que parece ser a maior “coisa” no universo observável: um anel de nove explosões de raios gama, com cinco bilhões de anos-luz de diâmetro.
Explosões de raios gama (ERGs) são os eventos mais luminosos do universo, liberando tanta energia em poucos segundos quanto o sol durante sua vida útil de 10 bilhões de anos.
Os cientistas creem que as ERGs são o resultado de estrelas massivas colapsando em buracos negros.
Explosões enormes
As ERGs que formam o anel recém-descoberto foram encontradas utilizando uma variedade de observatórios espaciais e terrestres. Elas parecem estar a distâncias muito similares de nós – cerca de 7 bilhões de anos-luz – em um círculo de 36° em todo no céu, ou mais de 70 vezes o diâmetro da lua cheia.
Isto implica que o anel tem mais de 5 bilhões de anos-luz de diâmetro. De acordo com o principal autor do estudo, Lajos Balazs do Observatório Kokoly em Budapeste, na Hungria, há uma probabilidade de 1 em 20.000 das ERGs estarem nesta distribuição por acaso.
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domingo, 2 de agosto de 2015
Qual o motivo de estudar Plutão se nem planeta ele é?
O pesquisador Mike Brown foi o responsável por tirar de Plutão o status de planeta, sendo considerado um verdadeiro exterminador de planetas da astronomia moderna. Brown apresentou à União Astronômica Internacional (IAU) a informação de que Plutão deveria deixar de ser o nono planeta do sistema solar.
Entretanto, mesmo perdendo o posto, Plutão continua tendo relevância nas pesquisas espaciais internacionais. Prova disso, é a sonda New Horizons, que chegou à órbita de Plutão no dia 14 de julho de 2015.
Muitas pessoas podem se perguntar: qual a importância de estudar Plutão para a vida das pessoas? Por que gastar dinheiro com algo assim se Plutão nem é mais planeta? A resposta para essas questões é simples: os estudos sobre Plutão são importantes porque podem reforçar o status de que Plutão é um planeta-anão.
Segundo os pesquisadores, a missão não deve mudar a condição de Plutão, nem fazê-lo retomar o posto de planeta. A decisão de que ele perdeu o posto de planeta, adotada em 2006, é irreversível pela União Astronômica Internacional (UAI).
A atual missão realizada pela NASA, a Agência Espacial Norte-Americana, tem como objetivo encontrar mais informações sobre o ex-planeta e avançar nos estudos sobre como era a vida na Terra há bilhões de anos. Os dados também vão ajudar na realização de novos trabalhos sobre os demais planetas, além de beneficiar a ciência planetária em geral.
A missão que chegou a Plutão também deve passar por outros objetos do Cinturão de Kuiper, ampliando o conhecimento dos pesquisadores sobre essa região. A Nasa gastou cerca de US$ 720 milhões com a missão da New Horizons e a chegada às proximidades de Plutão.
Vale lembrar que a New Horizons não chegou até o solo de Plutão. Ela alcançou uma proximidade recorde, ficando a apenas 12 mil km de distância do ex-planeta.
Fonte: Site de Curiosidades
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quarta-feira, 22 de julho de 2015
Sobre a vida após a morte o que a ciência explica?
A ciência ainda apresenta muitos estudos e teorias incertas sobre a vida após a morte. Sabe-se que, em 1991, pesquisadores de Atlanta, nos Estados Unidos, realizaram uma experiência de quase morte por meio de uma cirurgia de aneurisma cerebral. A paciente foi mantida com morte cerebral por 45 minutos e, em seguida, foi ressuscitada. Ao acordar, ela descreveu coisas incríveis, como o fato de ter conseguido conversar com parentes mortos. Esse caso foi considerado marcante para a ciência por se tratar de uma experiência de quase morte e presença fora do corpo físico.
A explicação da ciência para esses fenômenos é que aproximadamente 18% das pessoas trazidas da morte dizem viver uma experiência fora do corpo, demonstrando que consciência e corpo físico existem separadamente. Já os pesquisadores da Universidade de Kentucky acreditam que esse tipo de experiência pode ser explicado como uma simples disfunção do sono.
A física também tem tentado buscar algumas explicações para a vida após a morte. Um professor de física da Universidade de Oregon, chamado Amit Goswami, acredita que a reencarnação é um fenômeno que deve ser investigado pela ciência. Segundo ele, existem dados que indicam a sobrevivência da consciência depois da morte.
Fonte: Site de Curiosidades
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segunda-feira, 13 de julho de 2015
Por que será que Marte é vermelho?
Você já deve ter ouvido falar que o planeta Marte é conhecido como “Planeta Vermelho”. Esse apelido é resultado da constituição do solo do planeta. Marte tem uma cobertura de regolito, uma poeira rica em óxido de ferro. É justamente esse elemento que confere a cor avermelhada ao planeta.
De acordo com pesquisas, o tom vermelho de Marte é resultado da oxidação do metal chamado magnetita. Esse elemento está presente em Marte há milhões de anos, fato que acabou dando a cor enferrujada ao planeta.
Além disso, Marte tem muito ferro, substância associada à ferrugem. Os átomos de ferro da superfície do planeta passaram por uma reação química com os átomos de oxigênio da antiga atmosfera de Marte, há milhões de anos. Esse processo lento e gradual também pode ter relação com a coloração do planeta vermelho.
Curiosamente, o planeta Marte era chamado de Deus da Guerra pelos romanos e de Estrela de Fogo pelos chineses, referências ao planeta vermelho.
Fonte: Site de Curiosidades
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segunda-feira, 18 de maio de 2015
É possível viver fora da Terra?
Susana Zanello é uma especialista de adaptação humana à vida no espaço. Por isso, esta renomada cientista compartilhou alguns de seus pontos de vista sobre a sua pesquisa, que envolve detalhes sobre exploração do espaço, futuras viagens a Marte e muito mais.
Como viagens espaciais afetam o corpo humano?
Viagens espaciais afetam o corpo humano de muitas maneiras – e muito mais do que pensamos. Tanto que existem profissionais, como Susana Zanello, que são especializados nesses efeitos. Bióloga, ela trabalha para a “Ciências da Vida” em Houston, uma instituição que apoia o trabalho da NASA. Sua missão é investigar a adaptação humana à vida no espaço, identificar os riscos envolvidos e desenvolver contramedidas para preservar a saúde dos astronautas quando eles vão em missões de exploração espacial.
Depois de muitos estudos e pesquisas, ela relacionou algumas consequências para o corpo humano que deixam bem claro que viver fora da Terra é muito mais difícil do que parece.
1. A microgravidade complica tudo
É um enorme desafio viver fora da Terra. Com a evolução, a vida tem realmente se adaptado para estar neste planeta. No espaço, um dos principais riscos vem da microgravidade – ou a ausência de gravidade.
Uma consequência é a perda de densidade mineral óssea. Lá, você simplesmente não tem que lutar constantemente contra a força da gravidade, o que fazemos de forma natural aqui na Terra. Assim, não há mais necessidade de um esqueleto para nos sustentar.
O corpo humano, então, começa a se adaptar ao ambiente reduzindo a densidade de matriz óssea, processando o cálcio de forma diferente. Isto leva a uma perda de força nos ossos, o que consequentemente aumenta o risco de fraturas quando a pessoa volta para a Terra, bem como o de desenvolvimento de pedras nos rins.
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quarta-feira, 1 de abril de 2015
O que acontece quando você volta do espaço?
Não é difícil que fiquemos curiosos a respeito da vida fora da Terra. Como é morar em um lugar sem gravidade? O que acontece com os nossos sentidos na Estação Espacial Internacional? E para ir ao banheiro, como fazem os astronautas?
Porém, não é tão comum que pensemos a respeito do que acontece com o nosso corpo depois de voltarmos do espaço.
Em um artigo no portal de perguntas e respostas Quora, o engenheiro e ex-astronauta Garrett Reisman conta como foi essa experiência de voltar à Terra depois de uma temporada vivendo no grande vácuo sem gravidade que é o espaço. Ele participou de uma expedição à ISS em março de 2008, à bordo do ônibus espacial Endeavour, retornando três meses depois. Em maio de 2010, passou mais 12 dias no espaço, desta vez chegando à Estação Espacial Internacional com o ônibus espacial Atlantis.
Confira o relato de Reisman na íntegra
“A comida é muito melhor aqui na Terra. E tomar banho e ir ao banheiro também é muito mais fácil aqui. Mas você passa por um processo de adaptação estranho quando volta para a Terra.
A primeira coisa que se nota é que tudo parece realmente pesado. Depois de 95 dias na Estação Espacial Internacional, voltei para a Terra no ônibus espacial Discovery. Tirei o capacete e parecia que eu estava segurando a âncora do [mega porta-aviões] USS Nimitz na minha mão. ‘Ah, que maravilha’, pensei, ‘como é que eu vou escovar os dentes? A escova vai ser muito pesada!’
A próxima coisa que você nota é que o sistema vestibular está todo bagunçado. Mesmo para sentar era necessário muita concentração. Após cerca de 15 minutos eu conseguia de ficar em pé, mas eu teria caído de joelhos se não houvesse um monte de coisas para se segurar no deck intermediário do Discovery.
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Cientistas “descozinham” um ovo
Cientistas da Universidade da Califórnia em Irvine, nos EUA, descobriram uma maneira de fazer algo que parecia impossível: descozinhar um ovo (aliás, eu acabei de inventar a palavra “descozinhar”, porque, bem, você sabe, ninguém pensou que isso era uma coisa que existia.
O método
Quando você cozinha um ovo, suas proteínas desdobram de sua forma ordenada e se dobram novamente em uma forma mais desordenada. Os pesquisadores descobriram como separar as proteínas nas claras de ovos cozidos, permitindo que elas se redobrem em sua forma original.
Eles usaram uma clara de ovo fervida durante 20 minutos a 90 graus Celsius, até que suas proteínas ficaram aglomeradas e entrelaçadas. Em seguida, adicionaram uma substância que liquefez essa clara de ovo cozida.
O próximo passo foi usar um dispositivo chamado “vortex fluid device”, concebido por colegas da Universidade de Flinders, na Austrália, que utiliza filmes microfluídicos para moldar as proteínas da clara de volta a sua forma desembaraçada e ordenada.
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sábado, 24 de janeiro de 2015
Por que as estrelas piscam?
Frequentemente, temos a impressão de vermos as estrelas piscando no céu. Na realidade, as estrelas não piscam, mas apenas provocam uma ilusão de ótica que nos faz acreditar que elas estão piscando.
As imagens que vemos das estrelas parecem piscar por que a luz brilhante desses corpos celestes atravessa mais de 100 quilômetros na atmosfera da Terra antes de chegar aos nossos olhos. Nesse trajeto, os raios de luzes sofrem efeitos do ar, fato que nos dá a sensação de que as estrelas estão mudando sua luminosidade.
A ação da atmosfera sobre a luz das estrelas cria um falso efeito de pisca-pisca. Essa mesma impressão não acontece com os planetas visíveis a olho nu, como Mercúrio, Vênus, Marte e Júpiter, pois as imagens dos planetas não sofrem a distorção causada pelo ar.
Fonte: R7
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quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Primeiro transplante de cabeça é possível, diz médico
Até agora, transplantes de cabeça não foram feitos por causa de barreiras técnicas, como a capacidade de conectar a medula espinhal do doador com a do receptor. No entanto, um novo artigo do Dr. Sergio Canavero, membro do Turin Advanced Neuromodulation Group, diz que já somos capazes de superar as dificuldades.
No texto, o médico esboça um processo modelado em transplantes de cabeça bem sucedidos que foram realizados em animais desde 1970.
Literatura científica
Nos transplantes feitos em animais, os cientistas não foram capazes de conectar a medula espinhal do corpo doador à cabeça do receptor, o que deixou os pacientes paralisados abaixo do ponto de transplante.
No entanto, Canavero crê que avanços recentes em reconexão da coluna vertebral cortada cirurgicamente podem facilitar a técnica e torná-la possível em humanos.
O procedimento que o médico esboça é muito parecido com o usado por Robert White, que transplantou com sucesso a cabeça de um macaco rhesus no corpo de um segundo rhesus em 1970.
Em primeiro lugar, ambos os pacientes devem estar na mesma sala de operações. Em seguida, a cabeça a ser transplantada deve ser resfriada entre 12 e 15 graus Celsius. Movendo-se rapidamente, os cirurgiões devem remover ambas as cabeças ao mesmo tempo, e religar a cabeça do paciente no novo corpo dentro de uma hora para preservar o sistema circulatório do organismo.
Uma vez que a cabeça é reconectada, o coração do paciente pode ser reiniciado, e os cirurgiões podem começar a religar outros sistemas vitais, incluindo a medula espinhal.
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sábado, 23 de agosto de 2014
Ossos humanos em Marte?
A Curiosity, nossa sonda marciana favorita, encontrou o que parece ser um osso humano em Marte. Mas não se entusiasme muito sr. teórico da conspiração, é apenas uma pedra que tem um formato similar a um fêmur.
A equipe científica da Nasa deduziu que a pedra chegou a este formato possivelmente por erosão do vento ou água.
Se encontrarmos vida em Marte (dedos cruzados) possivelmente será microbiana simples já que Marte nunca teve oxigênio suficiente na atmosfera para abrigar organismos mais complexos.
Fonte: Nasa
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quarta-feira, 20 de agosto de 2014
O que acontece quando você coloca a mão em “gelo quente”?
“Gelo quente” não é uma pequena poça de água morna no balcão da cozinha que costumava ser um cubo de gelo.
Esse termo se refere na verdade a uma substância chamada acetato de sódio tri-hidratado. Sólido à temperatura ambiente, fica líquido a 58 graus Celsius.
Quando é fundido em líquido, pode ser resfriado logo em seguida para abaixo do seu ponto de congelação, sem cristalizar. Então, quando algum ponto de perturbação – ou um núcleo para que cristais se formem em torno – é introduzido, o resto do líquido se solidifica também.
No vídeo abaixo, um revestimento de acetato de sódio sobre as mãos da pessoa faz com que o gelo quente na jarra inicie a cristalização no contato com o líquido. Repare que a substância, depois de cristalizada, continua cálida e tem a consistência de sorvete.
Acetato de sódio e água são ingredientes fundamentais em almofadas e bolsas térmicas. O processo de cristalização do acetato é o que emite calor. As bolsas são reutilizáveis justamente porque a substância pode variar entre os estados líquido e sólido.
Fonte: FLS
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sábado, 19 de julho de 2014
Cientistas desenvolvem aparelho que dá 2 dedos extras às mãos
Os cientistas Faye Wu e Harry Asada, do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), dos EUA, estão desenvolvendo uma engenhoca robótica que dá dois dedos extras às mãos de humanos.
A ideia das próteses cibernéticas é permitir que as pessoas possam realizar tarefas difíceis com mãos originais, com cinco dedos, como, por exemplo, segurar objetos grandes, quentes ou pesados demais.
Os dedos artificiais se movem de acordo com sensores localizados no indicativo, no dedo médio e no polegar.
O protótipo ainda é considerado muito volumoso. Wu e Asada acreditam que poderão desenvolver dedos mais discretos e articulados, de acordo com reportagem do "El Pais".
Assista a uma demonstração feita pelo MIT:
Fonte: O Globo
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sexta-feira, 27 de junho de 2014
Chip implantado no cérebro permite que paciente paralisado mova seus próprios dedos e mão
Pela primeira vez na história, um homem paralítico conseguiu mover seus próprios dedos e sua mão usando apenas seu pensamento. Isso foi possível graças a um sistema criado pela Universidade Estadual de Ohio e pelo Instituto Memorial Battelle, ambos em Ohio, nos EUA.
O paciente é Ian Burkhart, 23 anos, que ficou paralisado quatro anos atrás após um acidente de mergulho. Ele foi o primeiro de potenciais cinco pacientes de um estudo clínico a testar “Neurobridge”, sistema que redireciona os sinais do cérebro em pacientes com lesões na medula espinhal.
Neurobridge combina um chip de computador implantado diretamente no cérebro, uma interface cérebro-computador, e uma “manga” que transmite os sinais eléctricos para o antebraço e mão do paciente.
Esse “desvio” neural eletrônico reconecta diretamente o cérebro aos músculos, permitindo o controle voluntário e funcional de um membro paralisado.
“É muito parecido com uma ponte de safena, mas em vez de redirecionar o sangue, na verdade estamos redirecionando sinais elétricos”, explica Chad Bouton, principal autor da pesquisa, do Instituto Battelle.
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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Encontrado o local mais frio do planeta
O lugar mais frio da Terra, segundo instrumentos de última geração, é um alto cume no leste da Antártida, onde as temperaturas podem mergulhar abaixo de menos 92 graus Celsius em uma noite clara de inverno.
Os cientistas fizeram essa descoberta ao analisar os mais detalhados mapas de temperatura da superfície global que temos conhecimento, desenvolvidos com dados de satélites de sensoriamento remoto, incluindo o novo Landsat 8, um projeto conjunto da NASA e do Serviço Geológico dos EUA (USGS, na sigla em inglês).
Os pesquisadores analisaram 32 anos de dados de vários instrumentos de satélite, e encontraram temperaturas recorde dezenas de vezes em bolsos perto um alto cume entre Dome Argus e Dome Fuji, dois pontos altos sobre a camada de gelo conhecida como Planalto no Leste da Antártica.
O novo recorde (menos 93,2 graus Celsius) foi registrado em 10 de agosto de 2010, e é vários graus mais frio que o anterior, de menos 89,2° C, definido em 1983 na Estação de Pesquisa russa Vostok, na Antártida Oriental.
Considerando tais números assustadores, é uma coisa boa que a Antártida não seja habitada. Ainda assim, o lugar permanentemente habitado mais frio na Terra, o nordeste da Sibéria, não fica muito atrás. As temperaturas nas cidades de Verkhoyansk e Oimekon já caíram para congelantes menos 67,8 graus Celsius em 1892 e 1933, respectivamente.
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sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Descoberto planeta bizarro que não deveria existir
Enigma para os astrônomos, Kepler-78b desafia as leis de formação de planetas (ao menos da forma como as conhecemos): ele está “perto demais” da estrela ao redor da qual descreve sua órbita.
“Não sabemos como ele se formou, nem como foi parar onde está hoje”, reconhece o astrônomo David Latham, do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica. Em termos astronômicos, porém, sabemos que está perto de desaparecer – daqui a “apenas” 3 bilhões de anos.
Um ano em Kepler-78b dura cerca de 8h30, e sua órbita é de apenas 1,6 milhão de quilômetros (uma das menores já vistas), algo curioso, pois seu “sol” era maior quando surgiu, e o teria engolido se ele tivesse essa órbita minúscula naquela fase.
A ideia de que ele teria se formado dentro da estrela soa absurda, e, se ele tivesse se formado em outra região, mas fosse puxado pela força gravitacional da estrela, já teria sido destruído.
Embora sua origem permaneça um mistério, os pesquisadores conseguiram descobrir outras informações sobre ele: é 20% maior do que a Terra, mas tem uma densidade similar à do nosso planeta (acredita-se que seja formado principalmente por ferro e rocha), e faz parte de uma “nova” classe de planetas que orbitam suas estrelas em menos de 12h.
Sue “sol” (a estrela que orbita) está a cerca de 400 anos-luz da Terra, na constelação de Cisne.
Fonte: ScienceDaily
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segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Top 10 resultados mais óbvios da ciência
Algumas descobertas da ciência parecem não ter surpreendido tanto. Muitas são, inclusive, apontadas como previsíveis e até bobas. Vamos conhecer agora o top 10 dos resultados mais óbvios da ciência.
Prepare-se para ler fatos sobre as revelações científicas que até os meros mortais já sabiam. Aqui estão algumas das descobertas mais óbvias da ciência.
1 - saltos altos podem causar dores nos pés - Sim, senhoras, caminhar em sapatos de salto alto tem seu preço. Um estudo publicado na edição de 2009 da revista Arthritis Care & Research, constatou que quase 64% das mulheres mais velhas relataram dor no pé depois de terem usado regularmente saltos altos ou sandálias. Grande Novidade!
2 – Porcos amam lama – Uma pesquisa de 2011 apontou que os porcos amam lama. Sério? O estudo também afirmou que tomar banho de lama é um demonstrativo da saúde suína.
3 – Estudantes vivendo em dormitórios têm mais contato sexual e bebem mais – Uma pesquisa de 2009 mostrou que estudantes universitários que vivem em repúblicas estão mais sujeitos a terem mais parceiros sexuais e a beber mais.
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segunda-feira, 8 de julho de 2013
O universo é infinito: mito ou realidade?
Durante o ano de 1917, Albert Einstein estava às voltas com o problema da inércia (formulada há 400 anos): porque os corpos oferecem resistência à mudança de seu estado atual, um corpo tende a permanecer em repouso ou movimento retilíneo uniforme a menos que alguma força seja aplicada a ele. Mas faltava explicar por que isto acontecia.
Segundo a ideia de outros físicos, a inércia é o resultado da interação com o campo gravitacional de outras estrelas. Mas quantas estrelas? Einstein tinha alguns problemas com a ideia de um universo infinito, com infinitas estrelas: a massa seria infinita, e a inércia também seria infinita – os corpos não se moveriam.
Mas a ideia de um universo limitado flutuando no meio do vazio também tinha seus problemas. Um deles era uma explicação para o motivo das estrelas não escaparem para fora deste universo, esvaziando-o.
A solução pareceu maluca até mesmo para Einstein: o universo poderia ser finito, mas sem bordas, sem limites. O campo gravitacional curvaria tanto o universo que ele fecharia sobre si mesmo. Um universo assim não teria limites, mas seria finito.
Einstein apresentou sua ideia em um trabalho chamado “Considerações Cosmológicas na Teoria Geral da Relatividade”, o mesmo trabalho em que apresentou a sua constante cosmológica, mais tarde chamada por ele de seu “maior erro”, que recentemente acabou sendo ressuscitada pelos físicos, para representar a energia escura.
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